terça-feira, agosto 08, 2006

Aproveitem bem as férias!!!!


quarta-feira, julho 12, 2006

Passear o cão!

Agora, com todo este calor já não é preciso sair de casa para passear o cão!
Vejam este método americano...



quarta-feira, junho 28, 2006

10ºA em grande =P Melhor turma que esta é impossível...

Pessoal só há uma palavra para descrever este ano lectivo e esta turma:
ADOREI!!!
A sério foi mesmo a melhor turma que tive até agora...
Vou ter saudades vossas =(
Vá agora só me resta desejar boas férias. Divirtam-se!!!
Adoro-vos***
Beijos para todos
Ana Oliveira

segunda-feira, junho 26, 2006

As férias tão aí...

O ano acabou
Já não há que estudar
Mas com saudades estou
Dos colegas que vou deixar.

Nunca mais vou esquecer
A família do 10 A
Fomos um grupo a valer:
Vocês são do melhor que há!

Pró ano voltamos
Sem saber o que nos espera
Mas conosco levamos
Lembranças desta era

Queria-vos pois dizer,
Com muita emoção,
Tenham umas férias a valer
Porque está a chegar o Verão.


Com muitos beijinhos para todos,
Da vossa amiga e colega
Maia

domingo, junho 25, 2006

Internet

Internet

Aqui estão as respostas às questões feitas pela professora, acerca da Internet, no âmbito da disciplina de T.I.C.

1. Sim, é possível desde que tenha sido efectuado um download das páginas que o utilizador pretende navegar. Mas é necessário seleccionar a opção “trabalhar offline” no menu “ficheiro”.

2. É uma rede de informação, que pode-se traduzir por “teia do tamanho do mundo”, que fornece informação em forma de hipertexto. Esta rede, que foi desenvolvida por Timothy John Berners-Lee, para se conseguir ver a informação usa-se um software chamado navegador (browser) para descarregar informações de servidores de internet e mostrá-las no monitor ao utilizador, na janela do usuário. O utilizador pode então seguir os links na página para outros documentos ou mesmo enviar informações de volta para o servidor para interagir com ele, sendo este acto de seguir links chanado de “navegar” ou “surfar” na net.

3. São ligações existentes num documento em hipertexto a um determinado recurso. Estas garantem um acesso directo e mais rápido a esse recurso. Um pormenor interessante é que, através destas hiperligações pode-se navegar entre duas páginas, escolhidas aleatoriamente em toda a WWW, com apenas 19 cliques.

4. Sim. Através do menu “Ferramentas” da Barra de Menus seleccionamos “Opções da Internet”. De seguida, no separador “Geral” da janela à parte que aparece, podemos ver onde está a pasta “Temporary Internet Files” e ter acesso aos seus ficheiros.

5. O sinal que deve ser pressionado é o que tem o sinal de proibido e que abaixo diz "Sites Restritos".

Este trabalho foi realizado por Joana Gonçalves Pereira, nº14 do 10ºA.

Balanço Final do Trabalho de Grupo (DST's)

1. O tema foi interessante? Sim - 3 Não - 0
2. Foi útil? Sim - 3 Não - 0
3. Permitiu a aprendizagem de coisas novas? Sim - 3 Não - 0
4. Gostariam de desenvolver? Sim - 3 Não - 0
5. Tiveram colaboração de outros professores? Não
6. Tiveram o apoio da professora? Sim
7. Houve empenho de todos os colegas do grupo? Sim
8. Gostaram de fazer o trabalho? Sim
9. O trabalho foi divulgado? Sim
10. Os colegas da turma gostaram do trabalho? Sim - 12 Não - 0
11. O trabalho teve um impacto positivo? Sim
12. Aspecto negativos:
- Não cumprimos todos os objectivos. Faltou-nos conseguir fazer o filme
13. Aspectos positivos:
- Colaboração de todos os elementos do grupo
- Muita informação sobre o tema do trabalho
14. Dificuldades:
- Acesso à internet
- Algumas dificuldades de informação sobre a Doença de Wilson e o Exantema
15. O que evitariam fazer? Nada. Achamos que o trabalho apesar de ser muito pesado era útil e gostámos dele assim.
16. Conselhos:
- Protejam-se
- Informem-se
17. Acham que esse trabalho pode ter alguma continuidade? Sim, achamos que ele pode ser automatizado e usado em campanhas.

Trabalho elaborado por:
Ana Maia, nº2
Ana Oliveira, nº4
Joana Pereira, nº14

Balanço - Trabalho de Projecto:Site

1. O tema foi interessante? Foi útil?
O tema também foi interesasante e útil.

2. Permitiu aprender coisas novas?Sim porque aprendemos a criar um site e ageri-lo.Em termos de conteúdo não aprendemos muito, visto que o trabalho visava acerca da música em termos de biografias de cantores, notícias etc.Só a nível de pesquisa é que talvez aprendemos com as informações a nível dos períodos históricos da música.

3. Gostaram de desenvolver o Trabalho de Projecto?
Sim gostamos muito porque no final vimos um trabalho realizado ao longo do ano, e para além disso sentimo-nos satisfeitos, mas não deixamos de parte a nossa opinião de que poderiamos ter feito muito melhor e vamos continuar a fazer.

4. Conseguiram a colaboração de outros professores?Não, nem nos passou essa ideia, porque sabíamos aquilo que íamos fazer e as nossas dúvidas foram sempre de carácter tecnológico, especifícamente a nível informático.

5. Sentiram todo o apoio do professor?Sim, porque expusemos as nossas dúvidas que foram esclarecidas e porque mantivemos um contacto com o professor no sentido de que íamos dialogando acerca daquilo que íamos fazendo.Para além disso a nossa professora podia ver nas aulas algumas actividades que estávamos a desenvolver relativamente ao site.

6. Sentiram que os colegas de grupo se empenharam?
Podemos falar abertamente sobre o que cada um fez.A bárbara ficou encarregue de passar algumas notícias e o bruno também.A Cláudia apenas realizou duas pesquisas durante todo o ano lectivo.Quanto à Ana, postou todos os trabalhos no site, para além de o ter criado,também passou muitas notícias e para além disso elaborou a apresentação e o relatório do site com a aprovação do grupo todo.

7. Acham que os colegas de grupo gostaram de realizar o trabalho?
No geral pensamos que sim, pois vendo bem as coisas, da mesma maneira que uns se empenharam pouco, houve quem se empenhasse a fundo na gestão e controlo do site.

8. Os restantes colegas gostaram?
Sim, disseram que o site estava muito giro e com muitos artigos interessantes.A nossa turma também achou giro o facto do site estar adaptado a qualquer faixa etária, e o facto de podermos fazer downloads de músicas.

9. O trabalho foi divulgado? Teve impacto positivo junto de quem o viu?
Sim, porque a turma gostou daquilo que viu e achou interessante o nosso trabalho.

10. Que aspectos negativos encontraram no desenvolvimento do Trabalho de Projecto?Muitas vezes alguma falta de empenho e vontade de alguns membros, e por outro lado as semanas em que tínhamos muitos testes e tínhamos pouco tempo para trabalhar no site.

11. Quais as principais dificuldades que encontraram?
O nosso primeiro grande obstáculo na realização do projecto foi como criar um site gratuitamente.Após obtermos a resposta a esta pergunta, quisemos alterar o endereço e depois tivemos de pesquisar e chegar a uma conclusão, que como referirmos na nossa apresentação, não seria nada proveitosa.

12. Que aspectos positivos realçam do desenvolvimento do Trabalho de Projecto?
O facto de termos aprendido a criar um site e a ter uma noção do trabalho que é necessário para geri-lo( apesar de considerarmos o nosso site principiante).

13. O que evitariam fazer se tivessem de refazer tudo?
A homepage, nomeadamente o endereço do site, porque este foi o pior erro que encontramos ao longo do trabalho.E exigir mais respeito pelos prazos de entrega de textos para publicar.

14. Que conselhos gostariam de deixar aos colegas acerca do Trabalho de Projecto?
Que devemos fazer algo que seja do nosso interesse e expor as nossas ideias de modo a transmiti-las aos nossos colegas e não só.Também aconcelhamos que todos os membros do grupo se empenhem e se ajudem, pois se não houver espírito de equipa certos membros do grupo não cumprirão com as tarefas propostas e o trabalho sobrará para cima de outros.

15. Como poderão dar continuidade a este trabalho?
Da maneira que explicamos na nossa apresentação do projecto à turma: Dando continuidade e tentando melhorar todos os aspectos possíveis para atingir uma maior satisfação em termos de objectivos realizados.



Trabalho realizado por 10ºA:
Ana Rosa nº1
Bruno Silva mº8
Barbara Sousa nº6
Cláudia nº10

Balanço - DST's

Em relação ao desenvolvimento do trabalho de projecto (o nosso sobre as DST's) e sua posterior apresentação, retirámos algumas conclusões:

1. O tema era muito útil e interessante.
2. O trabalho permitiu que apredessemos coisas novas.
3. Gostámos muito de o desenvolver.
4. Infelizmente nã0 obtivemos a colaboração de outros professores.
5. Em compensação tivemos bastante apoio a nossa professora.
6. Houve empenho por parte de todos.
7. Todos os membros do grupo gostaram de realizar o trabalho.
8. No questionário que fizemos após a apresentação, todos afirmaram ter gostado.
9. O trabalho foi portanto divulgado com recurso a projector multimédia e teve um bom impacto no público alvo.
10. Infelizmente não cumprimos o planeamento no que diz respeito ao fime, devido a dificuldades com a Internet.
11. As principais dificuldades foram com o acesso à Internet para pesquisa de músicas e videoclips e para a postagem deste balanço.
12. Este trabalho teve a vantagem de ser útil e informar o público de coisas que muito provavelmente não sabiam, deixando-os snsibilizados para o tema.
13. Se tivessemos que refazer o trabalho não seriamos tão ambiciosos em relação a alguns pontos do planeamento, que se revelaram, para já, inexequíveis.
14. Não sobrecarreguem os diapositivos com demasiada informação.
15. Após automatizada, a apresentação podes ser utilizada em campanhas sensibilizadoras sobre o tema.

Desde já pedimos desculpa à professora pelo atraso na postagem deste balanço que se prendeu com algumas dificuldades com a Internet.

Ana Maia, nº2
Ana Oliveira, nº5
Joana Pereira, nº14

sábado, junho 24, 2006

Internet

Internet

Este trabalho de pesquisa foi-nos proposto pela professora Carla Carepa no âmbito de T.I.C., para respondermos a algumas perguntas que estavam no seu blog. É preciso que se note que este é o último trabalho deste ano, aliás o Verão já chegou e queremos todos ir para a praia e ter as nossas ricas férias! Passando ao que interessa: Abaixo estão indicadas as cinco perguntas e as respectivas respostas:

1. É possível navegar “offline”?
Conseguimos navegar offline, ou seja, sem estarmos ligados à Internet; se anteriormente tivermos feito um download das páginas que pretendemos explorar. Só através da instalação dessa informação no PC é que conseguimos utilizar este método de navegação.
Podemos encontrar esta opção disponível no Menu “Ficheiro” da barra de menus, em “Trabalhar offline”.


2. Em que consiste a World Wide Web (www.)?
A World Wide Web consiste numa rede informática de computadores que pertencem à Internet. Através dessa rede é possível aceder á informação que está disponível em páginas (de hiper texto – sistema de visualização com referências internas) disponíveis por vários servidores, ou seja, sites graças a um browser (um tipo de software). A navegação é efectuada através de links.
A criação da WWW foi feita por Tim Berners-Lee, que usou ideias de outros inventores, como por exemplo o hipertexto (de Ted Nelson), o rato (de Doug Engelbart) e a Interface gráfica, que é conhecida por GUI – Graphic User Interface (de Steve Jobs e Steve Wozniak).
O seu grande objectivo traduzia-se em criar um espaço único e acessível a toda a esfera terrestre de modo a que se pudesse partilhar qualquer tipo de informação.
Um aspecto curioso que encontramos foi o facto de antes de ter baptizado a sua invenção de WWW, Tim pensou em outros nomes, tais como:Mine of Information e The Information Mine (estes nomes significam “Mina de Informação”)
3. Defina “link”.

Links são ligações existentes num documento em hipetexto num rminado recurso. Os links são utilizados para navegar porque permitem um acesso diresto e muito mais rápido a esse recurso.
Achamos interessantes mencionar que é através destas hiperligaçõesque podemos navegar entre duas páginas, que são escolhidas de forma aleatória ao longo de toda a WWW, com apenas 19 cliques.

4. As Opções de Internet permitem-lhe guardar as páginas visualizadas numa pasta com o nome “Temporary Internet Files” para futura apresentação?

Sim, pois no menu “Ferramentas” da barra de menus podemos seleccionar “Opções da Internet” que nos remete para uma janela à parte. Nessa janela, no separador geral, estão várias opções como por exemplo, a actualização ou eliminação dessas páginas, e também o local onde a pasta “Temporary Internet Files” é guardada. Se formos a essa localização podemos verificar os ficheiros que existem.


5. A segurança disponibilizada nas Opções de Internet permite-lhe adicionar “sites restritos” . Qual o sinal que deve pressionar para o efeito?

Esta opção encontra-se disponível nas “Opções da Internet”, do Menu ferramentas, no separador “Segurança”.




Para elaborarmos as respostas para estas cinco perguntas utilizamos informações de vários sites encontrados no Google e também algumas informações do site http://pt.wikipedia.org/. Pedimos desculpa por termos ultrapassado algumas horas no prazo da postagem deste trabalho mas não conseguimos aceder ao blog.
Este trabalho foi realizado por Ana Catarina Rosa Nº1 e Bruno Silva Nº8 do 10ºA.

Trabalho de Pesquisa

Photoshop
Adobe Photoshop é um editor de imagens raster com algumas capacidades de edição vectorial desenvolvido pela Adobe Systems, e lidera actualmente o mercado dos editores de imagem profissionais. Actualmente, está disponível para plataformas Windows e Mac OS. As versões anteriores até à 7.0 podem ser usadas em outros sistemas operativos, como o Linux utilizando programas como o CrossOver Office. Algumas versões anteriores foram lançadas também para IRIX, mas o suporte a esta versão foi descontinuado após a versão 3.0. A versão mais recente, a de 2005, é a versão 9, também chamada de “Photoshop CS2”.

Características
• Oferecem-nos ferramentas criativas e inovadoras;
• Adaptabilidade sem precedentes que permite que personalizemos o Photoshop de acordo com a nossa maneira de trabalhar;
• Combina recursos avançados e simplicidade para ajudar-nos a fazer tudo;
• Faz com que possamos editar e aprimorar as nossas fotos corrigindo falhas comuns ou usando opções avançadas para obter um maior controlo;
• Podemos fazer apresentações de slide, enviar emails com fotos, pôr álbuns de fotos online e outros incontáveis recursos divertidos;
• Oferece-nos recursos avançados de edição, efeitos artísticos e compartilhamento de fotos;
• Oferece aos entusiastas de fotografia e vídeo os melhores recursos ao combinar a edição de fotos e vídeos domésticos com a gravação em DVD, tudo em um pacote atraente.
• Fácil e rápido de usar, oferece aos amadores recursos básicos de localização e de correcções rápidas.
• Recentemente, a Adobe inclui o Adobe Camera RAW, um plugin desenvolvido por Thomas Knoll que permite ler vários formatos de ficheiros RAW, provenientes principalmente de máquinas fotográficas profissionais.

Front Page
O Front Page oferece recursos, flexibilidade e funcionalidades que o ajudam a criar melhores sites. Ele inclui ferramentas profissionais de design, criação, dados e publicação necessárias à criação de sites dinâmicos e sofisticados.
FrontPage vem atender às necessidades crescentes das empresas e usuários em geral na criação de sites sofisticados. "O FrontPage 98 é uma ferramenta de gerenciamento e autoria fácil de usar e flexível o bastante para dar suporte as últimas tecnologias da Web.

Características
• Os usuários encontrarão novas tabelas no formato WYSIWYG que suportam frames;
• Oferece-nos mais de 50 sugestões de design profissional para auxiliá-los a construir seus sites;
• Inclui a nova ferramenta Navigation View, que ajuda os usuários a planejar e organizar a estrutura de seus sites, assim como gerar automaticamente barras e hyperlinks de navegação;
• O FrontPage 98 também suporta as últimas tecnologias Web tais como HTML Dinâmico, “push” ou Canais (CDF) e Cascading Style Sheets (CSS);
• Os usuários também poderão encontrar melhorias de performance através do FrontPage 98 a partir de conteúdo adicional de publicação e recuperação de informações na Web.

Flash
O Macromedia Flash, ou simplesmente Flash, é um programa gráfico vectorial utilizado para se criar animações interactivas, desenvolvido e comercializado pela Macromedia (empresa especializada em desenvolver programas que auxiliam o processo de criação de páginas web).

Características:
• Suporte a vídeo
Cria aplicativos e conteúdo originais e sofisticados incorporando vídeo. Importa qualquer arquivo padrão de vídeo compatível com o QuickTime ou o Windows Media Player, inclusive MPEG, DV (Digital Vídeo), MOV (QuickTime) e AVI. Manipula, redimensiona, gira, inclina, mascara e anima objectos de vídeo, tornando-os interactivos através de scripts. O Flash oferece suporte nativo a vídeo, com a adição do codec Sorenson Spark. Nesta nova versão, Flash processa o canal alpha em tempo real.
• Carregamento dinâmico de imagens e som
O Flash Player agora carrega dinamicamente arquivos de media externos JPEG e MP3 durante o tempo de execução, produzindo arquivos menores, que podem ser facilmente modificados pelo utilizador, sem necessidade de repetir o processo de autoria.
• Âncoras com nomes
Desenvolve interfaces de usuário e aplicativos fáceis de usar, que propiciem a melhor experiência possível para os usuários. Com âncoras com nome, o conteúdo do Flash pode agora ser configurado com marcadores, permitindo o uso dos botões "voltar" e "avançar" do browser.
• Integração optimizada com servidores de aplicativos
Usa dados estruturados XML para preencher interfaces de usuário com elementos visuais sofisticados na criação de formulários de vendas, carrinhos de compras virtuais, questionários para clientes e matrizes de disponibilidade de estoque. Conectividade XML persistente possibilita a exibição de dados em tempo real.
• Desenvolvimento e reprodução de conteúdo acessível a deficientes
O Flash Player agora oferece suporte a tecnologias de assistência para deficientes, como, por exemplo, leitores de tela, através da Microsoft Active Accessibility. Além disso, o Flash agora contém ferramentas para criação de conteúdo acessível a deficientes. Para inserir texto descritivo em elementos de interface de usuário e animações, selecciona-se um item e digita-se a descrição apropriada. O conteúdo poderá então ser acedido por usuários deficientes.
• Suporte multilíngue
Texto Vertical e suporte a Unicode no Flash possibilitam aos utilizadores a criação rápida do conteúdo e aplicativos multilíngues. O Flash está disponível em 11 idiomas, três dos quais são novos: coreano, chinês tradicional e chinês simplificado. Porém, em Português, só o manual electrónico (que pode ser solicitado na ENG).

Dream weaver
O Macromedia Dreamweaver é uma ferramenta de desenvolvimento para a web criada pela Macromedia (agora Adobe Systems), que está actualmente na versão 8.
Desde o final dos anos 90, o Dreamweaver vem tendo um sucesso crescente e hoje domina cerca de 80% do mercado de editores HTML. Existem versões tanto para Mac OS quanto para Windows, mas também é possível executá-lo em plataformas Unix e sabores através do uso de softwares de emulação como o Wine.

Características
• Torna possível que não-especialistas criem facilmente páginas e sítios web;
• Permite seleccionar a maioria dos navegadores para se ter uma previsão dos sítios web;
• O software possui também óptimas ferramentas de gerenciamento de sítios tais como a habilidade de encontrar e substituir, no sítio inteiro, linhas de texto ou código através de parâmetros especificados;
• Possui um aspecto altamente alardeado e a sua arquitectura é expansível;
• Conta com uma ampla comunidade de desenvolvedores que torna disponíveis extensões, comerciais ou grátis, para a maioria das tarefas de desenvolvimento web, de simples efeitos de rolagem, até "carrinhos de compras" completos.

Swish Lite
O Swish Lite serve para criar animações do tipo Flash que podem incluir menus interactivos, animações de texto e links. Pode também produzir filmes com tudo isto e mapas de bits.
Características:
• É fácil de usar a ferramenta para criar animations Flash;
• Exporta o mesmo formato do animation que Macromedia Flash™;
• Mais de 95% de usuários do Internet pode ver filmes de Swish Lite sem instalar um encaixe;
• Swish Lite faz fácil de criar efeitos comuns tais como o texto animated, menus interactivos, e intros da Web site;
• Os filmes de Swish Lite podem incluir o texto, os bitmaps, os sons, as ligações e as teclas;
• A curva de aprendizagem fácil faz a Swish Lite uma brisa para novatos e melhora a produtividade para desenhadores profissionais.
• Com efeitos automatizados e gabarito visual imediato, Swish Lite remove o grind e adiciona algum divertimento.

Swish Max
Swish Max, como o Swish Lite, é desenvolvido pela Swish Zone. Utiliza tecnologia flash e serve para criar apresentações interactivas.
Características
• Pode utilizar como suporte linguagem Java Script;
• Inclui diversos efeitos de Macromedia e é mais fácil de usar e mais barato;
• Todas as versões foram projectadas para serem utilizadas no Windows;

Paint Shop Pro
Paint Shop Pro é um programa de edição de imagens. Até 2004, pertencia a Jack Software, com sede em Minneapolis, entretanto foi comprada pela empresa canadense Corel. Era um programa Shareware. Em 2004 foi lançada sua versão 9. Este programa compete com o Photoshop, da empresa Adobe, o Fireworks, da Macromedia e o GIMP, um programa gratuito de tratamento de imagens de livre distribuição sob licença GNU.
O Paint Shop Pro é o mais completo, versátil e económico software de edição de imagem para utilizadores comuns permitindo obter imagens digitais com qualidade profissional.
Características:
O Paint Shop Pro é destinado quer a utilizações domésticas para, por exemplo, alterar as dimensões de um gráfico, rodar e cortar imagens, retocar fotografias retirando ruídos, olhos vermelhos e riscos, ilustrar imagens, acrescentar fundos e molduras e criar postais, quer a utilizações profissionais com exigências elevadas de resolução e medição, utilização de objectos vectoriais e complexos efeitos artísticos e filtros.
Tarefas simples com o Paint Shop Pro

1. Criar uma nova imagem
2. Abrir um ficheiro de imagem
3. Mudar o tamanho ou a resolução de uma imagem
4. Rodar uma imagem
5. Cortar uma imagem
6. Acrescentar texto a uma imagem
7. Modificar um texto já criado
8. Visualizar réguas e guias de apoio
9. Enviar uma imagem por e-mail
10. Imprimir imagens
11. Gravar imagens

Trabalho Elaborado por:
Ana Marcos
Joana Figueiras
Joana Pereira
Tânia Medeiros

sexta-feira, junho 23, 2006

Conceito de Usuabilidade

Conceito de Usuabilidade

Este trabalho que nos foi proposto pela professora Carla Carepa, no âmbito da disciplina de T.I.C. tem como objectivo fazermos uma pesquisa acerca do conceito de usabilidade.
Usabilidade é um termo usado para definir a facilidade com que as pessoas podem empregar uma ferramenta ou objecto a fim de realizar uma tarefa específica. A usabilidade pode também se referir aos métodos de mensuração da usabilidade e ao estudo dos princípios por trás da eficiência percebida de um objecto.
Na Interacção Humano-computador e na Ciência da Computação, usabilidade normalmente se refere a simplicidade e facilidade com que uma interface, um programa de computador ou um website pode ser utilizado. O Termo também é utilizado em contexto de produtos como aparelhos electrónicos, em áreas da comunicação e produtos de transferência de conhecimento, como manuais, documentos e ajudas online. Também pode se referir a eficiência do design de objectos como uma maçaneta ou um martelo.
Pela definição da International Organization for Standardization, usabilidade é a extensão na qual um produto pode ser usado por usuários específicos para alcançar objectivos específicos com efectividade, eficiência e satisfação em um contexto de uso específico (ISO 9241-11).
A usabilidade está relacionada aos estudos de Ergonomia e de Interação Humano-computador.
Usabilidade está directamente ligada ao diálogo na interface e, é a capacidade do software em permitir que o usuário alcance suas metas de interacção com o sistema. Ser de fácil aprendizagem, permitir utilização eficiente e apresentar poucos erros são os aspectos fundamentais para a percepção da boa usabilidade por parte do usuário. Mas a usabilidade pode ainda estar relacionada com a facilidade de ser memorizada e ao nível de satisfação do usuário.
A efectividade permite que o usuário alcance os objectivos iniciais de interacção e tanto é avaliada em termos de finalização de uma tarefa quanto também em termos de qualidade do resultado obtido.
Eficiência se refere à quantidade de esforço e recursos necessários para se chegar a um determinado objectivo. Os desvios que o usuário faz durante a interacção e a quantidade de erros cometidos podem servir para avaliar o nível de eficiência do site.
A terceira medida de usabilidade, a satisfação, é a mais difícil de medir e quantificar pois está relacionada com factores subjectivos. De maneira geral, satisfação se refere ao nível de conforto que o usuário sente ao utilizar a interface e qual a aceitação como maneira de alcançar seus objectivos.
O conceito de usabilidade, que facilita a navegação em sites e gera boas opções de trabalho, apesar de pouco percebido em nosso dia-a-dia, é fundamental na confecção de produtos e sites, para que eles e a nossa vida fique cada vez mais simples. Além disso, esse é um campo de trabalho que cresce a cada dia, com oportunidades ligadas ao planejamento de sites e aos testes de usabilidade. Por isso, o Senac e a Jump Solutions realizaram recentemente a Oficina Executiva de Usabilidade e Experiência do Usuário, com o objectivo de ensinar como construir sites com alto índice de usabilidade.
De acordo com a norma ISO 9241 de qualidade, usabilidade é a "capacidade que um sistema interactivo oferece a seu usuário, em um determinado contexto de operação, para a realização de tarefas, de maneira eficaz, eficiente e agradável". Segundo Sandro Marques, a palavra "contexto" utilizada nessa definição nos ajuda a lembrar de que o nível de usabilidade de um site depende da situação em que ele é criado ou avaliado. "Se avaliado por um público ao qual ele não é destinado, certamente o site não será aprovado. Assim, um site para crianças pode não ter usabilidade para adultos.
Este trabalho foi realizado por Joana Gonçalves Pereira, nº 14,da turma A, do 10º ano.

Plug-ins

Plug-ins

Este trabalho foi-nos proposto pela professora Carla Carepa, no ambito de T.I.C, com a finalidade de fazermos uma pesquisa e retirarmos informações sobre os Plu-ins.
Os Plug-ins são programas que permitem que páginas web usem recursos não presentes na linguagem HTML, na qual são criadas as péginas. Um exemplo comum de plu-in é o Flash Player, que é um visualizador de programas escritos em flash. Este plu-in é usado pelo Firefox quando for necessário executar um programa em flash no navegador (normalmente uma animação).
Outro exemplo muito comum é o plug-in para Java. É um programa que permite executar aplicações Java muito usadas pelos sites de bancos para criar teclados virtuais e por outros sites para fazer sistemas de notícias.
Para além destes existem uitos mais como: o Adobe Acrobat Reader, que permite a visualização de arquivos PDF (Portable Document Format); o Crescendo, que permite a inserção de arquivos MIDI em páginas, na internet; o Macromedia Flash, que permite a visualização de páginas feitas parcialmente ou inteiramente em Flash; O QuickTime, que permite a visualização de videos em formato Move, ou seja, outra execução de sons e videos em tempo real.
Muitas vezes surgem dúvidas frequentes acerca dos plug-ins, e para melhor compreenderem os plugins irei falar sobre como os instalar?; onde os encontrar? E os diferentes tipos.
Geralmente os plug-ins instalam-se automaticamente pelo assistente do Firefox, sem que seja necessária nenhuma iniciativa do usuário. Alguns plugins necessitam de uma pequena configuração no software (no plug-in), como no caso do Quicktime em que é necessário entrar em opções (do Quicktime) e alterar algumas configurações. As instruções para a instalação do plu-in constam no site do autor.
Eles encontram-se no site mozilla.org e outro bom conteúdo sobre os plug-ins está no plugindoc. No próprio site do desenvolvedor do plug-in é encontrado um link para baixá-lo.
Os plug-ins não vêm no Firefox devido a uma questão de licença de software, que não permite que se distribua programas de outras empresas junto com o Firefox. Além disso existem muitos plug-ins, o que tornaria o download mais demorado.
Plug-Ins são programas externos que acrescentam novos recursos ao WinAmp. Podem haver 5 tipos de plug-ins:
· Plug-Ins de entrada (Input): em geral, servem para acrescentar ao programa suporte à novos formatos de audio. Por exemplo: logo que a Microsoft lançou o formato de áudio WMA, foi lançado o plug-in para que o WinAmp pudesse tocar este tipo de arquivo. Sem este plug-in, o WinAmp não conseguiria isso.
· Plug-Ins de Saída (Output): são plug-ins que acrescentarão recursos de saída ao WinAmp, ou seja, que irão gerar um resultado diferente do normal à partir da música que está sendo tocada. Um exemplo clássico é o plug-in de Crossfade: com ele, o WinAmp "mixa" uma musica com a outra, nunca deixando espaço entre a música que está terminando e a próxima que está começando.
· Plug-Ins de Visualização: são aqueles plug-ins que irão gerar imagens à partir da música que está sendo tocada. Alguns destes criam imagens muito interessantes! Mas em geral é preciso um computador bastante "potente" para rodá-los. O Geiss talvez seja um dos mais bonitos plug-ins de visualização.
· Plug-Ins de Efeito/DSP: são plug-ins que permitem acrescentar efeitos de áudio à música que está sendo tocada. Um exemplo é o PitchFork, que permite alterar o Pitch (velocidade) das músicas. Existe também plug-ins que adicionam efeitos como Echo, Flanger, Reverb, etc...
Plug-Ins de Propósito Geral: aqueles que adicionam outros recursos.

Este trabalho foi realizado por Joana Gonçalves Pereira, do 10ºA, nº 14.

quarta-feira, junho 21, 2006

Internet!

Estas são as respostas ás perguntas publicadas no blog da professora.

1. Sim, é possível desde que tenha sido efectuado um download das páginas que o utilizador pretende navegar.

2. A World Wide Web (www) pode-se traduzir por “teia do tamanho do mundo”, desenvolvida por Timothy John Berners-Lee é uma rede de computadores na Internet que fornece informação em forma de hipertexto. Para ver a informação, é utilizado um software chamado navegador (browser) para descarregar informações de servidores de internet e mostrá-las no monitor ao utilizador. O utilizador pode então seguir os links na página para outros documentos ou mesmo enviar informações de volta para o servidor para interagir com este.

3. É uma hiperligação, também conhecida em português pelos correspondentes termos ingleses, hyperlink e link, é uma referência num documento em hipertexto a outro documento ou a outro recurso.

4. Sim, é também possível nas ferramentas eliminar estes ficheiros.

5. O sinal que deve ser pressionado para aceder á opção sites restritos é .

Na realização deste trabalho foi utilizado o motor de busca Google.

Elaborado por:
Daniel Correia
Miguel Soares
Rui Silveira

terça-feira, junho 20, 2006

Usabilidade

Conceito de usabilidade facilita navegação em sites e gera boas opções de trabalho

O conceito de usabilidade, apesar de pouco percebido em nosso dia-a-dia, é fundamental na confecção de produtos e sites, para que eles e a nossa vida fique cada vez mais simples. Além disso, esse é um campo de trabalho que cresce a cada dia, com oportunidades ligadas ao planeamento de sites e aos testes de usabilidade. Por isso, o Senac e a Jump Solutions realizaram recentemente a Oficina Executiva de Usabilidade e Experiência do Usuário, com o objectivo de ensinar como construir sites com alto índice de usabilidade.
De acordo com a norma ISO 9241 de qualidade, usabilidade é a "capacidade que um sistema interativo oferece a seu usuário, em um determinado contexto de operação, para a realização de tarefas, de maneira eficaz, eficiente e agradável". Segundo Sandro Marques, a palavra "contexto" utilizada nessa definição nos ajuda a lembrar de que o nível de usabilidade de um site depende da situação em que ele é criado ou avaliado. "Se avaliado por um público ao qual ele não é destinado, certamente o site não será aprovado. Assim, um site para crianças pode não ter usabilidade para adultos. Tudo depende do contexto", disse.
O que fazer então no caso dos portais como UOL e Terra, que oferecem assuntos para todo tipo de público? Claudia Obata, da Alure, empresa que reúne as atividades de consultoria de usabilidade e estúdio de criação, sugere seguir o gosto da maioria. "É preciso identificar o objectivo dos usuários e definir qual é o caminho mais fácil para que o atinjam . Como não dá para criar uma linguagem visual diferente para cada público, é melhor descobrir aquilo que agrada à maioria. De qualquer forma, quanto mais personalizado, melhor", ensinou.
Para Claudia, o profissional que se interessar em trabalhar nessa área deve focar só nesse assunto, porque exige muito estudo e dedicação e também permite aprender muitas coisas, já que está relacionado ao Marketing, à Psicologia, à Antropologia, Computação Gráfica, Ciência da Computação, ao Design Gráfico e ao Desenho Industrial. "Pessoas dessas e de qualquer outra área podem trabalhar com usabilidade. É preciso que o profissional tenha interesse pela internet, goste da questão da experiência, seja curioso, e se interesse por estudos comportamentais, afinal o principal foco da usabilidade são os usuários dos sites e seus desejos", afirmou.
Na prática
Além da vasta literatura, que ajuda a entender e aplicar regras na prática, analisar a navegação de sites que já estão no ar e seguir a vontade do usuário são as maneiras mais fáceis de aprender a construir sites "usáveis". "Juntar a usabilidade do site com o prazer por utilizá-lo é o verdadeiro resultado para quem trabalha nessa área", disse Sandro Marques durante a oficina.
Para Claudia Obata, o desafio dos profissionais de usabilidade é "criar soluções adequadas aos modelos mentais dos usuários, tornar sua experiência mais rica, desenvolver produtos inovadores e buscar tecnologias que permitam viabilizar as soluções planejadas".
A especialista listou algumas práticas que geralmente denunciam um site com problemas de usabilidade:
• Menu com itens que significam a mesma coisa, exibidos na mesma página.
• Scrollbar (barra de rodagem) que não parece uma scrollbar, confunde-se com o layout da página.
• Elementos interactivos que não parecem interactivos, como uma foto sem link.
1, 2, 3....Testando
Segundo os especialistas da Oficina de Usabilidade e Experiência do Usuário, a usabilidade de um site é tão importante para a satisfação dos usuários que já deve ser pensada no momento do planeamento do projecto. Ainda assim, com o site pronto, é preciso realizar testes de usabilidade. Além disso, todo e qualquer site pode e deve ter sua usabilidade testada periodicamente.
Uma das maneiras mais eficientes de realizar o teste é convocando usuários que estejam dentro do perfil do público do site para, junto com um moderador e geralmente sob a observação de representantes da empresa que mantém o site, navegarem e emitirem suas opiniões sobre o site. Por meio de tarefas determinadas pelo moderador, o usuário mostra os problemas que enfrenta ao tentar atingir seus objectivos e como gostaria que o site estivesse estruturado para facilitar sua navegação.
Fabiana Curi Yazbek, responsável pelas áreas de pesquisa de mercado e testes de usabilidade da e-bit, mostrou outras formas de testar os sites:
• Avaliação heurística: mais rápido e barato do que os testes com usuários, é feito por especialistas em usabilidade. Eles, apesar de conhecerem o assunto e se basearem em guias e práticas já aprovadas, não são quem fará uso directo do site, o que torna esse tipo de teste um complemento para o teste com usuários.
• Protótipo em papel: teste com usuários utilizando representações gráficas em papel. Usado para testar diferentes ideias e layouts, apresentar ideias em diferentes formatos e determinar elementos bons e ruins de design.
• Teste por telefone: indicado para quem já fez o teste presencial e ainda precisa checar algumas informações. É rápido e barato. Exige um bom moderador.
• Teste por chat: o usuário não precisa se identificar e fica mais livre pra criticar. Barato. Também exige do moderador a habilidade de extrair as impressões de quem está do outro lado, mas é mais fácil do que por telefone.
Segundo Claudia Obata, sites com boa usabilidade são mais lucrativos. Isso fica mais evidente nos de comércio electrónico e transacções financeiras do que nos outros. Esse é um dos motivos pelos quais "estamos cada vez mais preocupados com a profissionalização em usabilidade. Antigamente ninguém aceitava e hoje já começam a perceber que é parte necessária, directamente ligada ao sucesso do site. A grande escola ainda são os Estados Unidos, porque o conhecimento é gerado lá, mas tem muita gente estudando o assunto", concluiu



Trabalho realizado por:
Ana Marcos
Joana Figueiras
Tânia Medeiros

domingo, junho 18, 2006

Internet

Aqui está o último trabalho do ano! Este responde às perguntas do blog da professora.


1) É possível navegar offline (sem estar ligado à Internet) caso se tenha feito um download prévio das páginas em que se pretende navegar. Só com essa informação instalada no PC é que se torna possível a utilização desse método de navegação.
Esta opção está disponível no Menu “Ficheiro” da Barra de menus, em “Trabalhar offline”.

2) A World Wide Web é uma rede informática de computadores pertencente à Internet. Nesta rede pode-se aceder à informação disponível em páginas (de hiper texto – sistema de visualização com referências internas) disponibilizadas por diversos servidores (sites) através de um browser (tipo de software). A navegação efectua-se através de links.
A WWW foi criada por Tim Berners-Lee, usando ideias de outros inventores, tais como o rato (de Doug Engelbart), o hipertexto (de Ted Nelson) e a Interface gráfica, também conhecida por GUI – Graphic User Interface (de Steve Jobs e Steve Wozniak). O seu objectivo era criar um espaço único e acessível de todos os pontos do mundo onde se pudesse partilhar informação.
Como curiosidade, antes de Tim ter baptizado a sua invenção de WWW pensou em outros nomes, como Mine of Information e The Information Mine (ambas significam “Mina de Informação”)

3) Links são ligações existentes num documento em hipetexto a um determinado recurso. São usados para navegar pois garantem um acesso directo e mais rápido a esse recurso.
Um pormenor interessante é que, através destas hiperligações pode-se navegar entre duas páginas, escolhidas aleatoriamente em toda a WWW, com apenas 19 cliques

4) Sim. No menu “Ferramentas” da barra de menus é possível seleccionar “Opções da Internet” que nos remete para uma janela à parte. Nessa janela, no separador geral, estão opções tais como a actualização ou eliminação dessas páginas, bem como o local onde a pasta “Temporary Internet Files” é guardada. Indo a essa localização pode-se verificar os ficheiros existentes.

5) Esta opção está disponível nas “Opções da Internet”, do Menu ferramentas, separador “Segurança”.


As informações aqui facultadas foram baseadas em dados de

http://pt.wikipedia.org/
A Incrível Internet; Michael Cox; (2005) Publicações Europa América


A. Maia, nº2 10º A